Ponto de Mutação!

O filme apresenta de forma prática, teorias de indivíduos com conhecimentos diferenciados, através do diálogo entre três personagens, que no decorrer do filme, expõem suas opiniões sobre as bases da existência e das ações humanas no contexto do desenvolvimento. O diálogo entre o poeta, político e a cientista se inicia durante a observação do relógio da igreja, no qual foi comentado o papel dos mecanismos que regem o mundo, abordando a evolução do pensamento humano, passando por René Descartes com sua teoria mecanicista do século XVII que compara a terra e todos os seres vivos a uma máquina, chegando aos dias de hoje. Em um momento do filme foi questionada a teoria mecanicista, como exemplo, a cientista explica que se o relógio encontra-se numa má posição, e por esse motivo uma peça quebra, não adianta apenas trocá-la, pois logo ela voltará a se danificar, mas sim, mudar a posição do relógio evitando o mesmo problema futuramente. Os problemas do mundo não passam de uma única crise fundamental, é uma parte da crise de percepção distorcida, baseada no individualismo, no egoísmo, na ganância e na separação entre os indivíduos e suas vidas. Como é o caso das florestas  que são desmatadas para a formação de campos de criação de gado, com o objetivo de exportar a carne dos animais para países desenvolvidos onde existe um alto consumo de carne vermelha, gerando o aumento do índice de obesidade. Em contrapartida, no continente africano há uma escassez de alimentos que aflige a população, ocasionando a morte de aproximadamente 12 crianças e adultos a cada minuto. A percepção é a qualidade tão preciosa que hoje podemos considerar como uma raridade a se encontrar no mundo. A crise de percepção é o principal fator por trás da crise dos sentimentos, se falando dos valores morais, culturais, religiosos e políticos, que são expostos pelas perspectivas científicas e culturais. Não são os sistemas, mas sim, as pessoas que devem mudar. Não se pode mais pensar que o mundo é uma maquina e que seus problemas são únicos.

(O texto foi elaborado por mim, e meus colegas de turma Fernando e Allan)

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